quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Pe. Léo nos fala: "Vasos de barro"


Vasos de barro
O mais bonito da história da salvação é que a Bíblia jamais esconde os defeitos e as fraquezas das pessoas.
Categoria: Pe. Léo, SCJ

O mais bonito da história da salvação é que a Bíblia jamais esconde os defeitos e as fraquezas das pessoas. Deus age na história humana através de homens e de mulheres fracos e limitados. Deus age através de pessoas cheias de defeitos, mas que um dia tiveram a coragem de entregar tudo para Deus e permitir seu senhorio absoluto, inclusive em suas fraquezas e limitações.

Ao percebermos a grandeza de Deus na fraqueza de cada um, podemos nos convencer de que Deus pode fazer muito em nossa vida também.
Basta a gente meditar sobre os preferidos de Deus. Os grandes amigos de Jesus foram os pecadores e rejeitados da sociedade. Por que será? Deus não gosta dos bons? Então a gente não deve ser santo? Afinal de contas, quando a gente fala que Deus prefere os piores, estamos estimulando o mal no mundo. Para que eu vou ser bom se Deus gosta mesmo é dos pecadores?

Desde pequeno aprendemos que devemos ser bons. A mãe não se cansa de recomendar: “Seja bonzinho!”. “Ninguém gosta de criança que faz coisa errada...”. “Quando a visita chegar, não vá fazer feio”.
Começa a luta da vida. “Preciso ser o melhor!”. Aí, como a pessoa não consegue ser “melhor do que as outras”, tem dois caminhos a seguir:

1. Ser fingido e mascarado. Assim ninguém descobre meus defeitos. O importante é ser melhor, não importam os meios. A pessoa aprende a mentir para os outros e para si mesmo. Ninguém pode conhecer meus erros e defeitos.

2. Diminuir os outros. Já que não posso ser melhor, tento esculachar com os outros, espalhando seus defeitos, inventando defeitos quando não os descubro, prejudicando e tentando derrubar o outro, que torna-se um adversário. Como o outro não passa de um espelho da gente mesmo, diminuí-lo é tentar fazer com que as demais pessoas não percebam meus defeitos e minhas fraquezas.

Nasce o discurso dos derrotados. Eu vou para o buraco, mais levo um monte de gente comigo. Não estou sozinho neste barco. E, pior de tudo isso, o derrotado, quando não assume sua história, acaba sempre tentando achar algum responsável por seus fracassos. O problema está sempre no outro. É preciso justificar seus erros, nem que seja recorrendo ao passado ou a mentiras. Além de achar culpados, os derrotados gostam de mostrar que não estão sozinhos na derrota.

A vida vira uma grande competição. Porque o mundo é dos melhores! Na escola o melhor aluno ganha prêmios, elogios, destaques, diplomas de honra ao mérito....

Para ler o texto completo
acesse o site da Comunidade Bethânia
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