domingo, 26 de setembro de 2010

Orando e aprofundando a cura interior


38ª Semana:

Mt 13,1-30:

Jesus foi um grande contador de histórias. Particularmente também gosto muito de histórias e anedotas que no fundo nos revelam o Reini de Deus. E todas as histórias de Jesus são frutos de sua observação contínua e constante.

Ele mostra o Reino com uma linguagem bastante humana. A parábola do semeador e a parábola do joio e do trigo são duas grandes pedagogias de Jesus que podemos usar no ministério de cura interior.

Os quatro tipos de terreno são na verdade quatro atitudes que temos em nosso coração e em nossa vida. São quatro tipos de coração. A semente é a palavra de Deus, o Reino de Deus que nos é apresentado pelo Evangelho. A semente que caiu à beira do caminho simboliza nosso coração empedernido que não acolhe a palavra.

Qualquer passarinho vem e come. O solo pedregoso simboliza a superficialidade com que, muitas vezes, recebemos a palavra de Deus. Não a deixamos criar raízes em nossos corações. Recebemos com entusiasmo, mas não a cultivamos. Logo morre.

Esse terreno pedregoso simboliza também nossa busca por uma religião fácil. O terreno cheio de espinhos simboliza os pecados que cultivamos em nossos corações. Mais que pecados, são mágoas, ressentimentos, traumas e complexos que alimentamos em nosso coração.

A palavra de Deus acaba morrendo sufocada por esses espinhos. O bom terreno simboliza nossa abertura à graça de Deus. Conforme permitimos que Deus seja pleno em nossa vida, produzimos os frutos do Espírito Santo.

A parábola do joio e do trigo simboliza nossa luta interior. o inimigo sempre tentará semear suas obras em nossa vida. Quando isso acontece, precisamos da sabedoria de Deus. A espera pela hora da colheita significa que a cura interior é um processo. Quem busca a cura em métodos mágicos e instantâneos acaba arrancando também a semente da palavra de Deus.


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