segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Eucaristia: vida de minha vida!

O coração do padre Léo Tarcísio estava radiante. Suas mãos ungidas com o óleo santo são revestidas de todo o poder para abençoar, consagrar, para oferecer a Deus o Santo Sacrifício. Podemos imaginar o coração do neosacerdote, apaixonado pela Igreja, pela Palavra e pela Eucaristia, ao celebrar a sua primeira missa.

Jesus Eucarístico sempre fez parte de sua vida, desde quando se decidiu ser de Deus e, prepara-se para fazer parte desse mistério. Na hora da Consagração ele sente de modo especial, de maneira única, a presença de Jesus, sob as duas espécies.
Sobre o altar o corporal, no qual se coloca a patena com a hóstia maior. Também o cálice com vinho. Ainda em cima do corporal, a âmbola, com as hóstias a serem consagradas. Ao lado está o missal.
Com voz trêmula de emoção, o padre começa a fazer a oração das oferendas. A Igreja toda se junta a este louvor, também a Igreja celeste, com os anjos e santos.
Aqui está todo o sentido do Ministério Sacerdotal. É quando, pela imposição de suas mãos sacerdotais, o pão e o vinho se transformam em Corpo e Sangue de Cristo, pela força de suas palavras e da ação do Espírito Santo. Houve a transubstanciação. Ali se encontra o Corpo, o Sangue, a Alma, e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, a melhor oferenda que tem sobre o altar: o próprio Jesus.

Buscando sempre a sua santidade, a Eucaristia trazia para o seu coração a certeza de um Deus vivo que o sustentava no caminho de santificação. "Sem a Eucaristia somos fracos, sem a Eucaristia não recebemos a força que vem do alto". 

Participar da Eucaristia, comungar, é mergulhar no mistério Eucarístico, dizia.
"Quando eu comungo Jesus, eu me torno um sacrário vivo dessa Eucaristia, desde o dedo de meu pé, até o fio de cabelo, tudo fica Eucaristizado, por isso nenhum pecado pode chegar perto do seu corpo, você deve tomar consciência da grandiosidade da Eucaristia". 

Muitas vezes chegava cansado das viagens, tinha que celebrar a Santa Missa, mas para ele era como um refrigério, a comunhão íntima com o Senhor lhe trazia uma grande paz, todo cansaço desaparecia.
Durante os meses de enfermidade, na ânsia de estar sempre com o Senhor, padre Léo fazia a experiência de Deus, até enquanto dormia, pois celebrava a missa, com todos os ritos, todas as orações, e o partir do pão.

Na hora de tanta angústia colocava-se na presença de Jesus Eucarístico, quando o próprio Jesus o visitava na intimidade.
"A Eucaristia é o dinamus para a alma... coloque-se diante de Jesus Eucarístico, precisamos com urgência voltarmos a ser especialistas na adoração".

Padre Léo recebeu de Deus a clara revelação da sua santidade, pois a verdadeira santidade se consome na cruz, no sofrimento. Ofertou-se inteiramente, doou-se plenamente de corpo e alma, apresentou-se a Deus como sacrifício vivo e o Senhor o chamou para si, separando-o do pecado e do mundo para viver ainda mais perto dEle.

(trecho da pregação: O pão vivo descido do céu)

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