sábado, 18 de janeiro de 2014

Amigo do padre Léo é amigo de Bethânia

A verdadeira amizade nos faz participar dos sonhos do outro. Sonhar juntos e assim buscar o grande desafio em transformá-los em ações concretas. É o desejo de ser um só coração. Um coração que só quer dar aos que não possuem uma vida digna de um filho de Deus.

Em entrevista à Canção Nova, em 30/06/2008, padre André Luna, nos revela o quanto padre Léo representou e representa em sua vida e o seu grande amor pela Comunidade Bethânia.
Padre André nos conta um pouco de sua trajetória, desde 1990, quando conheceu o padre Léo, até chegar a Bethânia.
“Lembro-me dele todos os dias, especialmente quando peço a Deus a graça de ser um padre mais santo e de gastar a minha vida. Daí, eu me lembro do Léo, porque eu quero ser igual a ele; quero me desgastar em Bethânia”. 

O primeiro contato com o padre Léo
“Eu conheci o Léo dois anos antes de ele ser meu professor, porque ele foi pregar um retiro em Dourados (MS), minha cidade natal. Ele foi o primeiro padre dehoniano a ir à casa de meus pais. Então, desde 1990, o Léo já está em minha vida e na de minha família”. 

A experiência com a Comunidade Bethânia
“Há muito tempo Bethânia está presente na minha vida, desde 1995 quando ela foi fundada. Padre Léo foi meu professor, foi da mesma congregação que a minha e do padre Vicente (Sagrado Coração de Jesus). Então, quando o Léo a fundou, em 12 de outubro de 1995, eu era aluno dele. Nós participávamos das Santas Missas na capela do Espírito Santo, em Santa Catarina. A Comunidade Bethânia sempre esteve em minha vida. O Léo pregou na minha primeira Missa e as minhas primeiras confissões de padre foram em Bethânia. Vinte dias depois de ordenado, fui para lá e fiquei por uma semana. Ela é bem marcante na minha vida”. 

Seu ingresso definitivo à Comunidade
“Eu sou Bethânia na alma, no coração, no corpo, no pensamento. Eu sou consagrado e faço parte da comunidade, como membro, desde 12 de outubro de 2006. Padre Léo ainda estava vivo. Foi o último 12 de outubro [data comemorativa de fundação] em que ele esteve presente fisicamente. Neste dia, eu me tornei um membro da comunidade”. 

Viver Bethânia
“É o lugar onde eu quero envelhecer e gastar a minha vida; é onde Deus me quer”. 

O desafio de trabalhar e ser missionário sem o fundador
“Em tudo nós lembramos dele, nós o vemos, porque ele transpareceu, transbordou o carisma de fundador que está nele. A melhor maneira de mantê-lo vivo é no amor aos filhos. Deus há de nos dar a graça da fidelidade de sermos Bethânia. Quando eu cheguei à comunidade, o Léo já não estava mais fisicamente, mas ele está vivo, pois a vida continua em Deus”. 

Padre André Luna, músico, cantor, compositor, durante a sua caminhada, até os dias de hoje, desempenhou o máximo no serviço à Comunidade Bethânia, com zelo, com carinho e com a força do Espírito Santo, a ponto de dizer: “Bethânia, a minha vida. Sou feliz demais e Bethânia é a minha realização!”.

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