quarta-feira, 30 de abril de 2014

Fonte da eterna Esperança!

A liturgia riquíssima neste segundo domingo da Páscoa, quando a Igreja celebrou a Festa da Divina Misericórdia, nos trouxe na segunda leitura a passagem bíblica de São Pedro (1 Pedro 1, 3-9) cujo título: “Esperança cristã”, em outra tradução: “Ação de Graças pela esperança da salvação”.

São Pedro dirige-se aos peregrinos “estrangeiros”, pois essa terra é exílio e nossa Pátria é o céu. Começa a sua primeira carta lembrando-nos de que temos uma “vocação gloriosa” e uma “herança celestial” em Jesus Cristo. “Em sua grande misericórdia, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, ele nos fez nascer de novo, para uma esperança viva, para uma herança incorruptível, que é reservada para vós nos céus” (vv.3-4). 
Temos uma herança no céu. A herança reservada aos cristãos é a felicidade celeste e a salvação eterna.

Só agora entendemos a razão pela qual padre Léo, profundo conhecedor da Palavra de Deus, já nos ensinava e nos recomendava a leitura das cartas de São Pedro: olharmos o mundo na perspectiva da Misericórdia divina e eterna.
Em seu livro: ”Segredos para a cura interior”, padre Léo nos diz: "Com os olhos de Deus conseguimos perceber que nossas misérias são infinitamente menores do que seu amor misericordioso". É olharmos para as nossas derrotas, os nossos medos e decepções, com os olhos de Deus: "Ao olharmos para uma situação difícil ou para um problema que enfrentamos, isso não nos causa dor e tristeza, percebemos aí um Deus maior... É preciso fazer uma experiência concreta desse amor". 

A fé é tema precioso para São Pedro em sua primeira carta: ”Graças à fé e pelo poder de Deus, vós fostes guardados para a salvação, que deve manifestar-se nos últimos tempos” (v.5). 
A perseverança nas provações e nossa fé em Jesus são motivos de alegria para o cristão: “Desse modo a vossa fé será provada como o ouro que passa pelo fogo” (v.7).
Em meio ao seu sofrimento, padre Léo, não perdeu a fé, permaneceu fiel até o fim. O amor misericordioso do Senhor o impulsionou “a uma batalha humanamente perdida”.
Vivendo a fé no Cristo Ressuscitado, deu testemunho de vida, em meio às provas, recebeu a alegria como um dom de Deus. “pois obtereis aquilo em que acreditais: a vossa salvação” (vv. 8-9). 

Jesus eu confio em Vós!

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