terça-feira, 9 de setembro de 2014

"... O viver é Cristo, e o morrer é lucro!"

Meus amados irmãos, que a graça e o amor de Deus nosso Pai estejam convosco! Cada dia mais percebo como Padre Léo se assemelha muito ao apóstolo Paulo. Esses dias estava lendo um livro sobre a teologia dele e o autor falava sobre a mortificação do nosso corpo de que Paulo falava.

Na mesma hora me veio a mente o Padre Léo. Infelizmente nos falta fé para compreender e aceitar algumas vontades de Deus em nossas vidas. Nos falta intimidade com Deus para entender a ação dele em nossas vidas.

Por essa razão a morte do Padre Léo é para muitos de nós causa de incompreensão, revolta, questionamento a Deus, pois nos falta fé para compreender porque ele teve de retornar tão cedo ao Pai. Por que Padre Léo nunca pediu a cura de sua enfermidade? Padre Léo nos ensinou que Jesus era coerente no pensar, no falar e no agir, então mesmo enfermo procurou praticar essa mesma coerência.

Padre Léo sabia que em seu passado estava a causa de seu câncer ( foi fumante por muitos anos ) e que seria injusto pedir a Deus que lhe curasse, mesmo sabendo que pela fé poderia alcançar a graça. Padre Léo buscava sua intimidade com Deus pela oração, leitura diária da Bíblia, pelo seu ministério sacerdotal. 

Ele estava matriculado na Escola do Coração de Jesus. Era um aluno assíduo. Então quando ficou enfermo Jesus o ensinou a enfrentar a sua doença a luz da fé. Ele alcançou um discernimento que só pessoas que estão em oração e em intimidade com Deus são capazes de ter. Entendeu o que Paulo percebeu quando se converteu. Uma pessoa quando tem uma experiência verdadeira com Deus, não deseja outra coisa senão estar sempre com ELE.

Por isso o apóstolo Paulo nos diz: "Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro." Filipenses 1:21. Enquanto viveu ele quis doar sua vida inteiramente a Cristo e se tivesse de morrer seria um lucro imenso, pois estaria na glória com Cristo Jesus.

Tenho certeza absoluta e afirmo, sem medo de errar, que Padre Léo chegou ao mesmo discernimento. Por isso mesmo, em sua enfermidade ele procurou transformar cada minuto de dor em evangelização, cada suspiro em gotas de evangelização. Hoje sabemos que mesmo quando delirava em seu tratamento, ele clamava pelo Pai. Até inconscientemente ele buscava a Deus, pois ele sabia muito bem a quem pertencia.

Se Deus o chamasse a Sua glória, que até mesmo sua morte fosse para glorificação de nosso Senhor Jesus Cristo. Padre Léo ofertou a Deus a mortificação de seu corpo, pois sabia que a enfermidade poderia levar sua carne, mas jamais sua alma, seu coração, seu espírito! Ele utilizou isso como canal de purificação e santificação.

Diante dessa reflexão nos resta algumas perguntas: E nós como estamos vivendo nossas vidas? Estamos vivendo para Cristo? Estamos carimbando nossas vidas com o carimbo do Alto? 


Que nós possamos refletir com carinho!
Abraço fraterno... 
Jonathan Melo

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