quarta-feira, 6 de maio de 2015

Vida doada por amor!

“Se vivemos, é para o Senhor; se morremos é para o Senhor. Quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor” (Rm 14,8). O Senhor vai à frente comandando a nossa vida, que não nos  pertence, porque Deus é o Senhor do Universo, e da nossa história. Ele é o Deus vivo e o único Autor da Vida.

Sete dias que a nossa querida Dona Nazaré foi para os braços do Pai. Nesta vida terrena, Deus lhe concedeu muitas graças. Experimentamos as graças que o Senhor nos concede, quando vivemos a plenitude de seu amor. O exemplo de vida da Vó Nazaré, assim chamada carinhosamente, nos motiva a lutarmos a cada dia, vivermos intensamente a cada minuto. A sua vida nos ensina que devemos ter a coragem de fazer a experiência desse Deus e testemunhar nossa fé.

Dodô, Rubens, Sebastião, Isaura e Celina (as gêmeas), Léo Tarcísio (padre Léo), Paulo e Quinzinho Pereira. Estes são os seus sete filhos e o marido, que essa mulher forte e guerreira, no silencio de sua dor, os entregou a Deus. Ela viveu momentos de amor com eles, para suportar os momentos de dor. O marido e sete dos seus doze filhos, já estão no Céu. E ela foi ao encontro deles.

Na Escritura Sagrada, encontramos o rosto de uma mulher forte, que marcou sua presença na história. A trajetória de vida da Vó Nazaré nos remete ao segundo livro de Macabeus (7,1-42), o martírio dos sete irmãos e sua mãe. A narrativa comovente desse texto destaca a figura da mãe corajosa, com bravura, entrega seus filhos, por amor a Deus. A mãe foi por último, depois dos filhos. Pode haver amor humano maior do que o amor de uma mãe? O sofrimento ainda é maior quando são sete.

Nazaré, mãe admirável, figura silenciosa, com o terço na mão, descobriu o segredo: estar em constante comunhão com o Senhor. Com sua fé perseverante, tudo suportou porque depositou sua esperança em Deus. “Devemos suportar tudo, porque o sofrimento é pequeno e a recompensa é grande” (Santa Catarina de Sena). 

Da vontade humana tão fraca surge aí um desejo maior que é o de se entregar à vontade Divina, porque ela acreditou que nem mesmo a dor, o sofrimento, a angústia, a morte pode separar do amor de Deus que está em Cristo. Crer que nosso destino definitivo está em Deus, é crer que fomos destinados a viver eternamente, como filhos e herdeiros do Céu.
Quem é de Cristo está revestido de unção para caminhar rumo à Jerusalém Celeste, porque estando em paz com Deus, começamos a viver a esperança da salvação.

Nós te amamos!  
Nossa gratidão! blog padre Léo eterno

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