quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Entrega da Biografia ao Diácono Nelsinho Corrêa

Era o segundo dia do “Encontro na Trilha da Cura com a Comunidade Bethânia", de 11 a 13 de setembro, na Canção Nova, quando o Diácono Nelsinho Corrêa nos presenteou com uma belíssima pregação: Consagrados para servir. 
Padre Léo continua vivo em Bethânia, mais vivo ainda no coração de Nelsinho. Nunca, ninguém foi tão amigo, tão próximo, até mesmo confidente do padre Léo.

Em seguida, padre Lúcio Tardivo, testemunhou o que Deus tem feito em Bethânia: “Deus tem sido generoso conosco, tem nos dado muitas graças. Uma das grandes graças foi o Marlon, que sonhou 
 Bethânia e fez acontecer”. 

E pelas mãos de Marlon foi entregue ao Diácono Nelsinho Corrêa a biografia do padre Léo. Com emoção afirmou: “É uma felicidade enorme estar aqui ao lado do irmão do padre Léo. Não conheci o padre Léo pessoalmente, mas quando pude conhecê-lo melhor, achei a sua história de vida espetacular. Um brasileiro que é um exemplo para o mundo. E contar essa história foi maravilhoso. O padre Léo mudou a minha vida. Foi com muito amor que escrevi este livro. Essa foi a parte mais fácil. Viver o que está no livro é que foi difícil”. 

Padre Lúcio nos trouxe um pouco sobre a obra: a história de um homem incansável em se colocar contra a correnteza, a história de um homem que lutou por grandes ideais, e que descobriu o segredo que é deixar
-se guiar pelo Espírito Santo. É assim que chegaremos a Deus.
 
“Essa biografia onde nós podemos vivenciar cada instante da vida do padre Léo, desde o Biguá, Canção Nova e Bethânia. Que você também, ao adquirir este livro, essa história de vida, que você possa chegar até Deus. 
O objetivo não é apresentar um super herói, mas sim, apresentar o que Deus pode fazer na vida de alguém. 
O Marlon apresentou com maestria uma pessoa como nós, mas que soube deixar Deus crescer, soube deixar Deus fluir, de tal forma que quando ao final queremos mais. Basta a gente deixar Deus agir dentro de nós”. 


“Só se tem saudade do que é bom. Se chorei de saudade não foi por fraqueza, foi porque eu amei...”  

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