segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Entrega da Biografia ao padre Joãozinho

Tivemos a oportunidade de aproveitar cada momento do “Encontro na Trilha da Cura” que aconteceu de 11 a 13 de setembro na sede da Canção Nova, celebrando os vinte anos de caminhada da Comunidade Bethânia.

Após a belíssima pregação do padre Joãozinho, padre Vicente aproximou-se, juntamente com Marlon Arraes, o biógrafo do padre Léo, e disse-lhe o que cada um de nós gostaria de dizer: “A vontade é de continuar ouvindo. Sentimos a presença viva, forte do padre Léo entre nós. 
Padre Joãozinho: Deus lhe pague, muito obrigado! Por tudo o que você é, por tudo o que nos ensina. Você não tem noção do quanto fez bem para nós, família Bethânia, essa pregação. Para não me estender muito, gostaria de lhe dar de presente, a biografia do padre Léo”. 

O livro foi lhe entregue pelas mãos de Marlon Arraes que disse: “Eu tive o privilégio de ouvir duas horas de depoimento e tentei reproduzir o mais fiel possível. Marcante foi quando me perguntou se eu havia lido a 1ª Encíclica do Papa Francisco. O senhor fez essa colocação sobre o sacerdócio do padre Léo”. 

Então padre Joãozinho leu para nós esse trecho da Exortação Apostólica Evangelii Galdium 49 (A alegria do Evangelho) do Santo Padre o Papa Francisco, que traduz um pouco da vida do padre Léo, e que está na biografia.

"Saiamos, saiamos para oferecer a todos a vida de Jesus Cristo! Repito aqui, para toda a Igreja, aquilo que muitas vezes disse aos sacerdotes e aos leigos de Buenos Aires: prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças. Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos. Se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida. 
Mais do que o temor de falhar, espero que nos mova o medo de nos encerrarmos nas estruturas que nos dão uma falsa proteção, nas normas que nos transformam em juízes implacáveis, nos hábitos em que nos sentimos tranquilos, enquanto lá fora há uma multidão faminta e Jesus repete-nos sem cessar: «Dai-lhes vós mesmos de comer» (Mc 6, 37)”.  

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