terça-feira, 5 de abril de 2016

Orar sem cessar

“... orai sem cessar. Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito, a vontade de Deus, em Jesus Cristo” (I Tes 5, 17-18). 

São Paulo apóstolo afirma na carta aos tessalonicenses que para resolver os problemas da comunidade, somente através da oração. Aos Romanos (12,12); aos Colossenses (4,2): perseverar na oração. Essa era uma prática dos membros da Igreja do Novo Testamento.
“Orar” é estar na presença do Senhor, pedindo uma benção ou agradecendo uma graça. E “sem cessar”, não significa repetir as orações formais e sim orar o que vem ao nosso coração, não importa o lugar em que estejamos.

No capítulo "Orações que curam", do livro: "Segredos para a cura interior", padre Léo convida-nos a rezar o terço: "A oração do terço, além do grande significado que possui, é um dos mais belos caminhos para produzir em nós os efeitos esperados pela cura interior... Pela oração do terço vamos frequentando a escola de Nossa Senhora, para com ela, aprendermos a contemplar a beleza do rosto de Jesus e mergulhar cada vez mais em seu mistério de amor."

Sem oração não há vida na Igreja. Por isso padre Léo vem refletir nesse capítulo sobre o terço Mariano, terço Bizantino, terço da Misericórdia, terço de Bethânia, e a oração da Via Sacra, como uma das maneiras mais ricas de caminhar na vida espiritual. "A oração não é feita para mudar Deus ou o seu plano. Nós rezamos pedindo a graça de nos adequarmos aos planos de Deus; rezamos a fim de acolhermos a vontade de Deus em nossa história; rezamos para experienciar Jesus como Mestre e Senhor." 

Padre Léo escreveu o que viveu ali na Comunidade Bethânia. Como homem de oração, gostava muito de passear com seus cachorrinhos pelo recanto, em todos os lugares, com seu terço na mão e rezando o terço Bizantino.
É certo quando diz: "A oração do terço é um grande instrumento usado pelo Espírito Santo para a nossa cura, pois é fonte de fortaleza, de coragem, de ânimo e profundamente restauradora." Momentos de maior alegria, nada poderia ser tão revigorante para o padre quanto sair pelas trilhas do recanto acompanhado pelos seus animais, contemplando a natureza, depois de uma viagem exaustiva de São Paulo. Isso dava-lhe um novo alento, força, coragem, ânimo para vencer as dificuldades do dia a dia.

Para vencer as angústias, os sofrimentos que tanto afligem o homem. E para acolher os planos de Deus, que muitas vezes não compreendemos, temos que entrar na presença do Senhor, orar, colocar os joelhos no chão. Ainda que choremos lágrimas de dor, Deus vai nos conduzir por caminhos de santidade, vai nos levar até onde Ele quer.

Ao meditarmos esse capítulo do livro encontraremos um ensinamento valioso: Devemos orar segundo a vontade do Pai, pois Ele nos dará aquilo que necessitamos e não o que pedimos.

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