sábado, 2 de julho de 2016

Padre Léo e a devoção a São Francisco de Assis

“Padre Léo amava muito os animais. Essa imagem (padre Léo a trouxe para a comunidade) está ao lado de nosso galinheiro onde estão nossas aves ornamentais. Um pouco mais a frente a direita temos nosso canil. Por isso foi feita essa pequena gruta em honra a São Francisco, padroeiro também dos animais. Pe. Léo era um homem muito sensível e percebedor que pequenos detalhes fazem toda a diferença”. 



Esse relato do Diácono Ideraldo Luiz Paloschi, cofundador da Comunidade Bethânia, nos remete à história do padre Léo, e a sua devoção a São Francisco, o protetor dos animais e padroeiro da ecologia.

Francisco Bernardone nasceu na Úmbria, perto da cidade de Assis, em 1182. Cresceu orgulhoso, pois era de família rica. Sua vida mundana, sem nenhum compromisso, esbanjando dinheiro, foi até aos vinte e quatro anos, quando teve seu encontro pessoal com Jesus. Renunciando a toda riqueza, foi chamado a dar uma resposta de fé e de amor ao Deus misericordioso. Foi chamado a restaurar a Igreja, para a salvação de almas.

Padre Léo era apaixonado pela vida e obra de São Francisco, o que o motivou a escrever sobre ele, com muita nobreza, em seu livro: “Rastros de Deus”, incluindo-o na roda dos “Seus amigos mais chegados”, num bosque florido. “Somente aqueles que, a exemplo de São Francisco, perceberam a grandeza de Deus, revelada na criação, poderão experimentar um dia que é possível sentar-se no bosque celeste, para contemplar a vida verdadeira”. 

Em: “Jovens Sarados”, conta-nos sobre o sepultamento do santo no “buraco do inferno”, no precipício, onde eram jogados os condenados à morte, pois Francisco dizia: “Se havia alguém para ser jogado naquele buraco, teria que ser ele”. Naquele lugar que se tornou "semente de céu" concretizou a sua missão: ser instrumento de paz para o mundo.

Pregando sobre sexualidade para os jovens, padre Léo nos fala sobre o canteiro de rosas sem espinhos, que fica nos jardins da Basílica de São Francisco, em Assis. Para dominar a paixão carnal, a tentação sexual, o jovem Francisco, nu, no inverno rigoroso, se atira no canteiro de rosas, mas Deus retira todos os espinhos, para receber aquele corpo santo.

Meditando sobre a vida de São Francisco e padre Léo, vemos que há algo em comum: os dois fizeram a experiência do amor de Deus, e por isso puderam testemunhá-lo. E a necessidade em pregar o Evangelho incansavelmente, somente aquele que experimenta a presença e o amor de Deus em sua vida, pode enfrentar os perigos e evangelizar com coragem e destemor.

Olhando para a vida do padre Léo, vamos perceber que amou verdadeiramente os pobres, de maneira radical, descobrindo o Cristo crucificado, em cada rosto. Deixando para trás o seu passado, trabalhou com dependentes químicos, prostitutas e outros marginalizados, reparando os estragos, restaurando as Igrejas do coração.

“Senhor, fazei que eu procure mais... amar do que ser amado. Pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a Vida Eterna”. 
Padre Léo viveu concretamente essa oração de São Francisco.  

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