quarta-feira, 17 de agosto de 2016

O caixote das drogas

O encardido sabe que é preciso destruir o jovem. O jovem precisa acreditar que não vale nada! O jovem precisa acreditar que a beleza e a força dele vêm de fora: da roupa, do dinheiro, do carro, da droga. E o jovem vai entrando nesse mundo. Porque ele tem esse desejo desse menino... Ele quer ser feliz! No fundo do nosso coração, diariamente a gente repete: "Eu quero ser feliz!" Consciente ou inconscientemente. Tudo aquilo que a gente faz é: "Eu quero ser feliz!" E o encardido sabendo disso se aproveita muito da sociedade. A sociedade hoje está criando uma raça de jovens fracos, derrotados. Crianças fracas e derrotadas. No Brasil hoje fala-se que tem 16 milhões de dependentes químicos. Desde a maconha até a pior de todas as drogas, a mais terrível, a que mais destrói, que é o álcool. Eu acho que o álcool é hoje a arma número um do encardido. É por aí que ele começa a seduzir o jovem. Porque o álcool pode atingir desde o jovem da classe mais alta com as bebidas mais caras, até o jovem da classe mais baixa com as bebidas mais baratas.



O Brasil tem a bebida destilada mais barata do mundo. Aí o governo devia criar imposto! Devia ser uma fortuna um litro de cachaça. Mas esses grupos que estão a serviço do encardido são os que fazem produzir a cachaça barata. Que destrói, que despersonaliza, que mata famílias inteiras. Começa a matar já a criança quando o pai é alcoolátra. E a criança nunca pode chegar perto do pai e quando chega é aquele bafo medonho. E ele não consegue falar. Como é triste ver um alcoolátra caído! Mas como é que começa isso? Às vezes dentro de casa. Tudo quanto é festinha, e as vezes até festinha de igreja... "Ah! O que é que tem uma cervejinha?" Eu acho que é por isso que Deus não abençoa muitas festas de igreja. Eu acho! Pela incompetência de se fazer uma festa onde a alegria venha única e exclusivamente de Deus. Nós temos salões comunitários que foram construidos a poder de brigas porque vendiam cerveja e cachaça. É por isso que esses salões hoje estão todos cheios de teia de aranha! É preciso que a igreja comece a pensar no problema que é uma doença já desde 1957, se eu não me engano, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como uma doença. Uma doença grave! 

Vocês vejam bem, gente: um pobre não encontra quem lhe dê um pão. Um pobre não encontra quem lhe dê um prato de comida. Mas encontra alguém que lhe pague um gole de cachaça! 

Tudo quanto é festinha de jovens hoje, de adolescentes... Impressionante o número de adolescentes... Hoje há até uma campanha bonita entre os jovens... Na minha época não, na minha época era moda fumar! Hoje há uma campanha entre os jovens, entre as crianças, contra o cigarro. Ótima campanha. Mas o cigarro não é um milésimo da destruição, gente, que um gole de cachaça, um gole de cerveja que entram e grudam no seu organismo e vão lhe despersonalizando e lhe destruindo. Hoje é preciso que os jovens, de modo especial os jovens cristãos, as televisões cristãs, as rádios cristãs comecem a fazer uma campanha contra o álcool. Pra dizer pros donos dos botecos que existe jeito sério e honesto de ganhar dinheiro. E eu digo isso por experiência própria porque eu sempre gostei de beber cerveja. Eu tinha casas de amigos onde eu chegava e eles já tinham ido comprar cerveja porque sabiam que eu gostava. E eu sei que não é fácil dizer não!

Padre Léo

Trecho da pregação: Os caixotes das drogas.

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