domingo, 5 de agosto de 2018

O zelo pela Eucaristia!

Neste mês de Agosto, dedicado às vocações, a Igreja celebra no primeiro domingo as vocações sacerdotais. O “dia do padre” é celebrado desde 1929, em 04 de agosto, data da festa de São João Maria Vianney, padroeiro dos sacerdotes.

O sacerdote é sinal da presença viva de Deus, pois, quando celebra a Eucaristia, ele age in persona Christi, ou seja, na pessoa de Cristo.


“Como sacerdote, padre Léo, percorreu uma caminhada que nos faz lembrar a do próprio Jesus. Pregou durante um bom tempo, caminhando pelas estradas do mundo, e depois viveu a sua paixão. Foi um ano inteiro de luta contra um câncer (linfoma) que acabou levando-o para Deus. Mas ele não se deixou vencer pela dor e pelo sofrimento. As palavras e gestos dele nunca deixaram transparecer a dor, a qual sempre suportou na fé e na esperança. Fez a sua última pregação na Canção Nova, no ‘Hosana Brasil’, no dia 09 de dezembro de 2006. Uma pregação que tocou a muitos; com a sua vida viveu aquilo que pregou”.

As palavras do professor Felipe Aquino nos revela que realizar a missão que Deus nos confia, por mais árdua que seja, nos faz pessoas felizes. Em 16 anos dedicados ao Ministério sacerdotal, padre Léo foi feliz e realizado, uma profunda gratidão a Deus e propagando esse amor a todos. Foi feliz porque o Senhor lhe confiou sua Palavra de esperança.

Com seu jeito peculiar de evangelizar contou-nos essa história para conhecermos o valor de uma Celebração Eucarística, quando no Santo sacrifício da Missa comungamos o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo:
“Para um final de jogo de futebol, a pessoa pede uma folga no emprego para ir comprar o ingresso, depois na hora do jogo, faça chuva ou sol, ela está ali, cinco, seis horas esperando.
E na missa, vai por obrigação, chega atrasado, o padre começa o sermão e ele olha o relógio, quando não coloca no ouvido para ver se não parou de funcionar. E o folheto da missa: a criança pega, corre pra lá e pra cá, limpa o nariz no folheto, não obedece a mãe...
Isso tudo porque não acreditamos que Cristo está realmente na eucaristia. É porque não acreditamos que somos filhos de Deus”.

Em suas pregações padre Léo se servia dos valores cristãos recebidos na infância, para demonstrar que o zelo pelas coisas de Deus nasce na família.
“Para Deus se dá o melhor. Lá no Biguá, ninguém estreava roupa nova se não fosse na missa. Tinha roupa de missa. Ficava torcendo para ter missa para vestir roupa nova. E hoje?”

Toda a nossa vida aqui é um chamado à eternidade, quanto mais a vida de um sacerdote. Padre Léo viveu o amor incondicional, enxergando no irmão sofrido o próprio Cristo Ressuscitado. Que possamos trazer este exemplo para a nossa vida, que possamos viver este amor, presente na Eucaristia, com gestos concretos!

Pai Santo, Pai Querido, Pai Amado, proteja nossos sacerdotes, enviados e representantes seus para levar a salvação a todos!



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